Artigos

O Aluno e o seu compromisso com a Escola Dominical

“Então conheçamos, e prossigamos em conhecer ao Senhor; a sua saída, como a alva, é certa; e ele a nós virá como a chuva, como chuva serôdia que rega a terra” (Os 6.3).

O sucesso de qualquer escola dominical que tenha um perfil dinâmico e eficaz depende, e muito, do aluno. Como deve se comportar o aluno da Escola Dominical? Qual o perfil ideal desse aluno? Antes de respondermos essas indagações citadas acima, faz-se necessário esclarecer que quando dizemos aluno ideal não referimo-nos, propriamente, a alguém que seja: extraordinário, sublime, gênio, ou intelectual. Não, o discente ideal para ED é antes de tudo uma pessoa com propósito. De que forma?

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Projeto Discipulando Crianças, Mudando Vidas !

A revista Ensinador Cristão publicou nesta última edição o projeto do primeiro colocado do Prêmio Professor de ED do Ano 2016. O trabalho pertence à Renata de Souza Santos Damasceno. Ela é formada em Letras e tem dois MBA’s, sendo um deles na Gestão de Projetos. Atualmente ela atua como coordenadora do Departamento Infantil e Professora dos Primários na AD Bonfim, em Salvador (BA).

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Professor de EBD além das fronteiras

Trabalhar em uma classe de Escola Dominical não tem sido fácil, devido ao perfil de alunos que estamos tendo atualmente. Nossos alunos estão mais atualizados, exigentes, dinâmicos, participativos, questionadores e, infelizmente, mais influenciados pelo mundo moderno. Também, levando em conta os conflitos pessoais, familiares, sociais e profissionais, que esse aluno enfrenta no seu dia a dia. Tudo isso exige professores mais capacitados na missão “quase impossível” de promover um ensino com excelência. Na qualidade, não somente, de formador de opinião, mas de contribuir na construção do caráter cristão nos indivíduos. Nossos mestres precisam aprimorar sua didática, seu relacionamento com seus alunos e, principalmente, ir além das fronteiras, isto é, fazer além do convencional.

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Qual a estratégia de trabalho para alcançar os alunos da Terceira Idade?

“O idoso também é gente, é sujeito, e, portanto, não pode ser tratado como um simples objeto – um objeto descartável” 
 
Em seu livro: Vida Para Consumoa transformação das pessoas em mercadoria, o sociólogo polonês Zygmunt Bauman escreveu: “Numa sociedade de consumidores é muito difícil ser sujeito sem primeiramente se tornar objeto”.
 
Uma das marcas da cultura pós-moderna é a “coisificação” das pessoas, isto é, a transformação de sujeitos em objetos. E transformação de gente em mercadoria. Nesse aspecto, o que vale e o que conta hoje em dia em nossa sociedade líquida é aquilo que possui valor de mercado.

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