Artigos

Professor de EBD além das fronteiras

Trabalhar em uma classe de Escola Dominical não tem sido fácil, devido ao perfil de alunos que estamos tendo atualmente. Nossos alunos estão mais atualizados, exigentes, dinâmicos, participativos, questionadores e, infelizmente, mais influenciados pelo mundo moderno. Também, levando em conta os conflitos pessoais, familiares, sociais e profissionais, que esse aluno enfrenta no seu dia a dia. Tudo isso exige professores mais capacitados na missão “quase impossível” de promover um ensino com excelência. Na qualidade, não somente, de formador de opinião, mas de contribuir na construção do caráter cristão nos indivíduos. Nossos mestres precisam aprimorar sua didática, seu relacionamento com seus alunos e, principalmente, ir além das fronteiras, isto é, fazer além do convencional.

Continue Lendo

Qual a estratégia de trabalho para alcançar os alunos da Terceira Idade?

“O idoso também é gente, é sujeito, e, portanto, não pode ser tratado como um simples objeto – um objeto descartável” 
 
Em seu livro: Vida Para Consumoa transformação das pessoas em mercadoria, o sociólogo polonês Zygmunt Bauman escreveu: “Numa sociedade de consumidores é muito difícil ser sujeito sem primeiramente se tornar objeto”.
 
Uma das marcas da cultura pós-moderna é a “coisificação” das pessoas, isto é, a transformação de sujeitos em objetos. E transformação de gente em mercadoria. Nesse aspecto, o que vale e o que conta hoje em dia em nossa sociedade líquida é aquilo que possui valor de mercado.

Continue Lendo

A Escola Dominical e sua influência na vida do adolescente

Adolescência é a faixa etária considerada a mais difícil da vida humana, tanto por pais como por psicólogos, professores e estudiosos do assunto. Por que seria esse o principal conceito? Por que a maioria das pessoas nega seus favores para ajudar os pequenos quase jovens nessa fase da vida?

Continue Lendo

O professor de Escola Dominical na era digital

Lembro-me, saudoso, das primeiras aulas que ministrei na ED, em 1988, quando ainda não havia textos com subsídios para a lição do próximo domingo e videoaulas na grande rede. Aliás, naquele tempo, sequer sabia o que era navegar pela web! Empunhando a minha primeira Bíblia — que hoje faz parte do meu museu particular, aqui em casa — e um exemplar de Lições Bíblicas, falava com certa desenvoltura, para um jovem de apenas 18 anos, a uma classe de juvenis bastante atenta. À época, também não existia smartphone para desviar a atenção dos alunos.

Continue Lendo

Cadastre-se e receba ofertas e novidades por e-mail.