Lição 10 - No Batismo e na Santa Ceia

1º Trimestre de 2019

ESBOÇO DA LIÇÃO:
O QUE É IGREJA
A IGREJA É FORMADA POR PESSOAS, FUNDADA POR DEUS
COMO ME TORNAR MEMBRO DA IGREJA

OBJETIVOS:
Definir a palavra Batismo;
Mostrar o significado da Santa Ceia;
Conscientizá-los da importância de serem batizados e de participarem da Ceia do Senhor.

Prezado professor, prezada professora,

Inicie a aula desta semana, citando o seguinte fragmento de um texto de um importante teólogo:

“O batismo nas águas é o rito de ingresso na igreja cristã e simboliza o começo da vida espiritual. A ceia do Senhor é o rito de comunhão e significa a continuação da vida espiritual. O primeiro sugere a fé em Cristo, e o segundo a comunhão com Cristo. O primeiro é administrado somente uma vez, porque pode haver apenas um começo na vida espiritual; o segundo é administrado habitualmente, para ensinar que a vida espiritual deve ser alimentada” (Myer Pearman – teólogo pentecostal).

O presente fragmento textual é um belo resumo do que significa as duas ordenanças proferidas por Jesus para a sua Igreja. São duas cerimônias ordenadas pelo Senhor, confirmadas pelos apóstolos. Quem delas participar deve ter em mente o pleno conhecimento do significado e do que representa essas duas cerimônias ordenadas diretamente por Jesus. Nesse aspecto, o teólogo pentecostal Michael L. Dusing destaca bem o simbolismo dessas duas memoráveis cerimônias.

Primeiro a do Batismo:

“Cristo estabeleceu o modelo para o batismo cristão quando Ele mesmo foi batizado por João, no início de seu ministério público (Mt 3.13-17). Posteriormente, ordenou que seus seguidores saíssem pelo mundo, fazendo discípulos, ‘batizando-os em [gr. eis ― ‘para dentro de’] nome do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo’ (Mt 28.19). Cristo, portanto, instituiu a ordenança do batismo, tanto pelo seu exemplo quanto pelo seu mandamento” (HORTON, Stanley. (Ed). Teologia Sistemática: Uma Perspectiva Pentecostal. 10.ed. Rio de Janeiro: CPAD, p.570).

Em segundo lugar, a da Ceia do Senhor:

“A comunhão com Cristo também denota comunhão com o seu corpo, a Igreja. O relacionamento vertical entre os crentes e o Senhor é complementado pela comunhão horizontal de uns com os outros. Amar a Deus está vitalmente associado com o amar ao nosso próximo (ver Mt 22.37-39). Uma comunhão tão perfeita com os nossos irmãos e irmãs em Cristo exige o rompimento de todas as barreiras (sociais, econômicas, culturais, etc.) e o ajustamento de qualquer detalhe que tenda a destruir a verdadeira união. Somente assim a Igreja poderá genuinamente participar (ou ter koinonia) do corpo (1 Co 10.16,17). Esta verdade é vividamente ressaltada por Paulo, em 1 Coríntios 11.17-34. Uma ênfase importante do apóstolo nessa passagem é o exame que os crentes devem fazer da sua conduta e motivos espirituais antes de participar da Ceia do Senhor ― levando em conta sua atitude para com o próprio Senhor e também para com os demais membros do corpo de Cristo” (HORTON, Stanley. (Ed). Teologia Sistemática: Uma Perspectiva Pentecostal. 10.ed. Rio de Janeiro: CPAD, pp.574-75).

Na igreja do primeiro século era inimaginável um discípulo do Senhor participar dessas duas reuniões sem saber o significado delas (por isso uma dura mensagem foi proferida pelo apóstolo Paulo em 1 Coríntios 11.17-34), a verdade fundamental que ambas representam. Eis um belo desafio, prezado professor, prezada professora: estimular os alunos a pensarem sobre o significado desses dois mandamentos milenares do nosso Senhor. Há mais de 2000 anos o povo de Deus, espalhado por todo o mundo, tem observado essas maravilhosas ordenanças.

Ore ao Senhor, e desafie os não batizados a testemunharem publicamente a fé, passando pelas águas do batismo e, assim, a participarem com alegria do Corpo de Cristo, comendo o pão; do sangue de Cristo, bebendo o suco de uva em memória do Senhor.

Boa aula! 
Por Marcelo Oliveira de Oliveira
Editor Responsável pela revista Adolescentes Vencedores

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