Lição 8 - Sociedade e Política

ESBOÇO DA LIÇÃO
COMO ESTÁ A POLÍTICA EM NOSSO PAÍS
O QUE É POLÍTICA
A POLÍTICA NA BÍBLIA
UMA NOVA FASE POLÍTICA
MONARQUIA , UMA NOVA FORMA DE GOVERNO

OBJETIVOS
Conscientizar de que precisamos, como cristãos, estar informados a respeito da vida política do nosso país;
Conhecer o significado de política;
Explicar o que é um governo teocrático.

Prezado professor,

Prezada professora,

A paz do Senhor!

Para ajudar na preparação de tua aula, disponibilizamos o artigo da Declaração de Fé das Assembleias de Deus que trata sobre o relacionamento da Igreja (subentende-se, seus membros) e o Estado:
 
“CAPÍTULO XVI. SOBRE A IGREJA E O ESTADO

CREMOS, professamos e ensinamos que Deus constituiu autoridades para administrarem a vida em comunidade e exercerem juízos nas sociedades, pelo bem da coletividade: ‘Toda alma esteja sujeita às autoridades superiores; porque não há autoridade que não venha de Deus; e as autoridades que há foram ordenadas por Deus’ (Rm 13.1). Com esse ensino, a Bíblia elimina a possibilidade de a Igreja desconsiderar as autoridades constituídas. O Estado é o povo politicamente organizado exercendo a soberania em um território. A Igreja do Senhor Jesus Cristo vive em sociedade e respeita o Estado, colaborando com as autoridades que o representam na preservação da ordem pública e na formação de cidadãos de caráter íntegro e honesto, produtivos e conscientes de que a autoridade ‘é ministro de Deus para teu bem’ (Rm 13.4). Por outro lado, esses mesmos cidadãos são também conscientes de que a verdadeira pátria de um cristão está nos céus: ‘Mas a nossa cidade está nos céus’ (Fp 3.20), e de que são, por isso mesmo, cidadãos do Reino de Deus.

1. As autoridades constituídas. Reconhecemos a legitimidade das autoridades constituídas e ensinamos nossa submissão a elas: ‘Por isso, quem resiste à autoridade resiste à ordenação de Deus; e os que resistem trarão sobre si mesmos a condenação [...]. Portanto, é necessário que lhe estejais sujeitos, não somente pelo castigo, mas também pela consciência” (Rm 13.2,5); temos, porém, a Bíblia Sagrada como a nossa única regra de fé e prática. Enquanto organização civil, a Igreja está submetida ao Estado, tendo como limite de tal submissão os preceitos bíblicos, de sorte que, em caso de conflito entre as normas emanadas do Estado e a Bíblia, esta prevalece sobre aquelas: “Mais importa obedecer a Deus do que aos homens’ (At 5.29).

2. O direito de sufrágio. Sendo um direito público subjetivo de natureza política, o sufrágio decorre naturalmente de nossa condição de cidadão, pelo que, como cidadãos cristãos, podemos votar, ser votados e participar da organização e da atividade do poder estatal.”

Texto extraído da “Declaração de Fé das Assembleias de Deus”, editora CPAD/CGADB, 2017.

 
SUGESTÃO PEDAGÓGICA
Professor, professora, à luz do artigo da Declaração de Fé de nossa denominação, após a exposição da lição, reproduza na lousa estas perguntas reflexivas:


1.     Baseado em qual ensino que a Palavra de Deus elimina a possibilidade de a Igreja desconsiderar as autoridades constituídas?
2.     Por que reconhecemos a legitimidade das autoridades constituídas e nossa submissão a elas, principalmente, sob o ponto de vista da Constituição Brasileira?
3.     Qual a importância de exercer o direito de cidadão de votar conscientemente e de ser votado?

 
Dê alguns minutos para que os alunos respondam. Em seguida, faça um fechamento da aula concluindo conforme o objetivo da revista e a proposta do artigo da Declaração de Fé de nossa denominação.
 
Marcelo Oliveira de Oliveira
Redator do Setor de Educação Cristã da CPAD

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