Subsídios Lições Bíblicas - Adultos

Lição 10 - Mansidão, Torna o Crente Apto para Evitar Pelejas

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Lição 7 - Benignidade: Um Escudo Protetor contra as Porfias

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Lição 1 - As Obras da Carne e o Fruto do Espírito

<hr id="system-readmore" /><hr id="system-readmore" /><p>1&ordm; Trimestre</p><p style="text-align: justify;"><strong>INTRODU&Ccedil;&Atilde;O</strong><br /><strong>I - ANDAR NA CARNE X ANDAR NO ESP&Iacute;RITO</strong><br /><strong>II - OBRAS DA CARNE, UM CONVITE AO PECADO</strong><br /><strong>III - FRUTO DO ESP&Iacute;RITO, UM CHAMADO PARA SANTIDADE</strong><br /><strong>CONCLUS&Atilde;O</strong></p><hr /><p style="text-align: justify;">&nbsp;</p><p style="text-align: justify;"><strong>SUBS&Iacute;DIO<br /></strong>A primeira li&ccedil;&atilde;o tem como tema, &ldquo;as obras da carne e o fruto do Esp&iacute;rito&rdquo;. Para sua reflex&atilde;o e uma maior compreens&atilde;o do assunto, &eacute; importante que voc&ecirc; leia todo o cap&iacute;tulo cinco da Ep&iacute;stola aos G&aacute;latas. O conceito-chave deste cap&iacute;tulo &eacute; a liberdade. Que tipo de liberdade? Paulo trata a respeito da liberdade crist&atilde; (Gl 5.1). Muitos exegetas consideram este primeiro vers&iacute;culo a chave de todo o cap&iacute;tulo. O texto b&iacute;blico nos mostra que livres da lei e da escravid&atilde;o do pecado, mediante o sacrif&iacute;cio de Jesus Cristo, n&atilde;o podemos mais viver segundo as concupisc&ecirc;ncias da nossa carne (Gl 5.16). Fomos regenerados e transformados; a natureza ad&acirc;mica n&atilde;o pode mais nos dominar, embora tenhamos que conviver com ela.</p><p style="text-align: justify;">No primeiro t&oacute;pico &eacute; importante que voc&ecirc; defina bem as duas palavras-chave da li&ccedil;&atilde;o: carne e Esp&iacute;rito. <strong>Carne</strong> &ndash; &ldquo;Do hebraico <em>basar</em>; do grego <em>sarx</em>; do latim <em>carnem</em>. Nas Sagradas Escrituras, o termo &eacute; usado tanto para descrever a natureza humana, como para qualificar o princ&iacute;pio que est&aacute; sempre disposto a opor-se ao esp&iacute;rito. Este &uacute;ltimo sentido foi desenvolvido pelo ap&oacute;stolo Paulo (Rm 7.7-25). O crente carnal, segundo muito bem explica ele em suas ep&iacute;stolas, &eacute; o que d&aacute; inteira guarida ao pecado&rdquo; (ANDRADE, Claudionor de. Dicion&aacute;rio Teol&oacute;gico. 13.ed. Rio de Janeiro: CPAD, 2004, p.90). <strong>Esp&iacute;rito</strong> &ndash; &ldquo;<em>Pneuma</em> denota primariamente &lsquo;vento&rsquo; (cognato de <em>pneo</em>, &lsquo;respirar, soprar&rsquo;; tamb&eacute;m respira&ccedil;&atilde;o&rsquo;, ent&atilde;o, especialmente &lsquo;esp&iacute;rito&rsquo;, que, como o vento, &eacute; invis&iacute;vel, imaterial e poderoso&rdquo; (Dicion&aacute;rio Vine. 14.ed. Rio de Janeiro: CPAD, 2011, p.616).&nbsp;</p><p style="text-align: justify;">Carne e Esp&iacute;rito s&atilde;o distintos e se op&otilde;em. Por isso, podemos afirmar que todo crente vive constantemente uma luta interior. Quem vai vencer essa luta? Aquele que for melhor &ldquo;alimentado&rdquo;. Voc&ecirc; est&aacute; alimentando a sua carne ou permitindo que o Esp&iacute;rito Santo o alimente?</p><p style="text-align: justify;">Nosso esp&iacute;rito, santificado e transformado pelo Esp&iacute;rito Santo, mediante a nossa f&eacute; no Filho de Deus, deseja buscar mais ao Pai e agrad&aacute;-Lo, nos conduzindo a uma vida de comunh&atilde;o com Ele. Mas, a nossa carne, ou o &ldquo;velho homem&rdquo; que ainda habita em n&oacute;s, vai nos conduzir para longe de Deus, contribuindo para que venhamos fazer somente aquilo que nos agrada. O que nos apraz, nem sempre est&aacute; de acordo com a Palavra de Deus ou &eacute; a sua vontade para n&oacute;s. O Senhor n&atilde;o nos obriga a nada, n&oacute;s &eacute; que vamos decidir se queremos viver no Esp&iacute;rito ou segundo a carne. Por&eacute;m, os que decidem viver segundo a carne jamais v&atilde;o poder agradar a Deus: &ldquo;Portanto, os que est&atilde;o na carne n&atilde;o podem agradar a Deus&rdquo; (Rm 8.8). Vida ou morte, qual escolher? Podemos optar, pois Deus criou seres aut&ocirc;nomos e n&atilde;o rob&ocirc;s programados, mas temos que ter consci&ecirc;ncia de que teremos que viver com as consequ&ecirc;ncias das nossas escolhas. Se escolher o viver na carne teremos a morte (espiritual e f&iacute;sica), no entanto, se optarmos pela vida no Esp&iacute;rito vamos experimentar uma vida abundante aqui na Terra e nos c&eacute;us a eternidade (Rm 8.11; 1 Co 6.14).</p><p style="text-align: justify;">&Eacute; poss&iacute;vel viver neste mundo de pecado e se tornar imune a ele? Sim, &eacute; poss&iacute;vel! Por&eacute;m, n&atilde;o existe uma &ldquo;f&oacute;rmula m&aacute;gica&rdquo; capaz de nos livrar do pecado. Existe uma &uacute;nica maneira: ser cheio do Esp&iacute;rito Santo (Ef 5.18). Esse enchimento precisa ser di&aacute;rio, constante, pois somente o Esp&iacute;rito Santo tem condi&ccedil;&otilde;es de controlar a nossa natureza ad&acirc;mica. Homem ou religi&atilde;o alguma tem esse poder. Se quisermos agradar a Deus e viver de modo que o seu nome seja glorificado em nossas vidas, precisamos nos encher do Esp&iacute;rito Santo.</p><p style="text-align: justify;">A Palavra de Deus nos diz que sem santidade ningu&eacute;m ver&aacute; ao Senhor. Mas o que &eacute; ser santo? Ser santo significa ser separado. Separado do qu&ecirc;? Separado do mal e dedicado a Deus. O fruto do Esp&iacute;rito revela que pertencemos ao Senhor e que vivemos para Ele. Atualmente muitos se dizem crist&atilde;os, mas como podemos identificar aqueles que s&atilde;o aut&ecirc;nticos, genu&iacute;nos? Pelos seus frutos, ou seja, suas a&ccedil;&otilde;es. Antes da nossa convers&atilde;o e regenera&ccedil;&atilde;o &eacute;ramos dominados, escravos do pecado. As obras da carne eram evidentes em nossas vidas. Mas, agora, como novas criaturas, podemos afirmar que o pecado n&atilde;o tem mais poder e dom&iacute;nio sobre n&oacute;s. Em Jesus somos livres! Ent&atilde;o, temos que produzir frutos que v&atilde;o evidenciar o nosso arrependimento e a nossa nova natureza (Mt 3.8).</p><p style="text-align: justify;"><strong>Sugest&atilde;o did&aacute;tica:</strong><br />Para concluir a li&ccedil;&atilde;o, reproduza o quadro abaixo. Utilize-o para evidenciar os desejos errados da carne e o fruto do Esp&iacute;rito.</p><p><strong>CARNE X ESP&Iacute;RITO</strong></p><table class="uk-table uk-table-hover uk-table-striped"><thead><tr><th>NOSSOS DESEJOS ERRADOS S&Atilde;O:</th><th>O FRUTO DO ESP&Iacute;RITO &Eacute;:</th></tr></thead><tfoot><tr><td>Maus</td><td>Bom</td></tr></tfoot><tbody><tr><td class="uk-width-5-10">Destrutivos</td><td class="uk-width-5-10">Produtivo</td></tr><tr><td class="uk-width-5-10">F&aacute;ceis de despertar</td><td class="uk-width-5-10">Dif&iacute;cil de despertar</td></tr><tr><td class="uk-width-5-10">Dif&iacute;ceis de sufocar</td><td class="uk-width-5-10">F&aacute;cil de sufocar</td></tr><tr><td class="uk-width-5-10">Egoc&ecirc;ntricos</td><td class="uk-width-5-10">Abnegado</td></tr><tr><td class="uk-width-5-10">Opressivos e possessivos</td><td class="uk-width-5-10">Libertador e protetor</td></tr><tr><td class="uk-width-5-10">Decadentes</td><td class="uk-width-5-10">Exaltador</td></tr><tr><td class="uk-width-5-10">Pecaminosos</td><td class="uk-width-5-10">Santos</td></tr><tr><td class="uk-width-5-10">Mortais</td><td class="uk-width-5-10">Vida abundante</td></tr></tbody></table><p style="text-align: center;"><em>(Extra&iacute;do de B&iacute;blia de Estudo Cronol&oacute;gica Aplica&ccedil;&atilde;o Pessoal. Rio de Janeiro: CPAD, p. 466).</em></p><hr /><p>&nbsp;</p><p>

Videoaula - Pr. Osiel Gomes

</p><pre style="padding: 20px; font-family: Consolas, monospace, serif; font-size: 16px; color: rgba(37, 56, 86, 0.6); margin: 20px 0px; line-height: 30px; white-space: pre-wrap; background-image: initial; background-position: initial; background-repeat: initial; background-attachment: initial; border: 1px solid rgba(0, 0, 0, 0.0745098); overflow: auto;">
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Lição 3 - O Perigo das Obras da Carne

<hr id="system-readmore" /><hr id="system-readmore" /><p style="color: #333333; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">1&deg; Trimestre de 2017</span></p><p style="color: #333333; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; text-align: justify;"><strong><span style="font-size: 1em;">I - INTRODU&Ccedil;&Atilde;O<br /></span>II - A VIDA CONDUZIDA PELA CONCUPISC&Ecirc;NCIA DA CARNE</strong><br /><strong>III - A DEGRADA&Ccedil;&Atilde;O DO CAR&Aacute;TER CRIST&Atilde;O</strong><br /><strong>IV- UMA VIDA QUE N&Atilde;O AGRADA A DEUS</strong><br /><strong>V - CONCLUS&Atilde;O</strong></p><hr /><p style="color: #333333; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; text-align: justify;">Na li&ccedil;&atilde;o do pr&oacute;ximo domingo estudaremos &ldquo;o perigo das obras da carne&rdquo;. &Eacute; importante ressaltar que o voc&aacute;bulo &ldquo;carne&rdquo;, utilizado na li&ccedil;&atilde;o, significa a nossa natureza humana, corrompida pelo pecado. Esta natureza, corrompida pela Queda, est&aacute; sempre disposta a opor-se ao nosso esp&iacute;rito, que pela f&eacute; em Jesus Cristo, foi transformado por Deus mediante o novo nascimento (2 Co 5.17). Se vivermos segundo os desejos da nossa carne, nossos frutos ser&atilde;o ruins. Logo, n&atilde;o poderemos agradar a Deus.</p><p style="color: #333333; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; text-align: justify;">Para ajudar na reflex&atilde;o a respeito do tema da li&ccedil;&atilde;o, &eacute; importante que voc&ecirc; leia todo o cap&iacute;tulo 6 do Evangelho de Lucas. O cap&iacute;tulo inicia com o conflito dos fariseus ao ver Jesus e seus disc&iacute;pulos arrancando espigas em um dia de s&aacute;bado (Lc 1.1-5). Depois temos o relato da cura de um homem que tinha uma das m&atilde;os mirradas e em seguida a elei&ccedil;&atilde;o dos doze. A partir do vers&iacute;culo 17, Jesus vai proferir um dos seus mais importantes serm&otilde;es &mdash; o Serm&atilde;o da Montanha. Este serm&atilde;o &eacute; um c&oacute;digo de &eacute;tica para todos os s&uacute;ditos do Reino de Deus, por isso, todo crente precisa conhecer e viver os ensinos do Mestre contidos ali.</p><p style="color: #333333; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; text-align: justify;">&Eacute; importante ler todo o cap&iacute;tulo, por&eacute;m vamos nos deter nos vers&iacute;culos 39 a 49. Os vers&iacute;culos escolhidos para a Leitura B&iacute;blica em Classe. O texto b&iacute;blico come&ccedil;a com uma ilustra&ccedil;&atilde;o. Jesus faz duas indaga&ccedil;&otilde;es: &ldquo;Pode, porventura, um cego guiar outro cego?&rdquo; &ldquo;N&atilde;o cair&atilde;o ambos na cova?&rdquo; Qual era o objetivo de Jesus ao utilizar tal ilustra&ccedil;&atilde;o? O Mestre desejava ensinar aqueles que o ouvia, e a n&oacute;s tamb&eacute;m, a respeito do julgar os outros. Jesus ensina que para distinguirmos entre o bem e o mal precisamos de discernimento, miseric&oacute;rdia e amor. Antes de olhar os erros dos outros &eacute; necess&aacute;rio fazer uma autoavalia&ccedil;&atilde;o. &Eacute; preciso, antes de tudo, examinar a n&oacute;s mesmos e ver o mal que existe em nosso interior (v. 42). Em geral, aqueles que se deixam conduzir pela concupisc&ecirc;ncia da carne s&atilde;o &ldquo;ligeiros&rdquo; em julgar os outros e bem &ldquo;vagarosos&rdquo; em reconhecer os seus pr&oacute;prios erros e todo o mal que reside em si. Com tal ilustra&ccedil;&atilde;o, Jesus estava de modo enf&aacute;tico, ensinando que n&atilde;o devemos julgar de modo precipitado e severo o pr&oacute;ximo. Por&eacute;m, n&atilde;o julgar o outro antes de julgar a si mesmo, n&atilde;o significa que vamos concordar com as a&ccedil;&otilde;es carnais ou comportamentos imorais daqueles que se dizem crist&atilde;os, mas que ainda est&atilde;o dominados pela velha natureza.</p><p style="color: #333333; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; text-align: justify;">Os verdadeiros seguidores de Jesus s&atilde;o reconhecidos por seus frutos. Ent&atilde;o, ao inv&eacute;s de ficar pedindo somente prosperidade, vamos pedir ao Pai que nos ajude a sermos mais &eacute;ticos, justos e n&atilde;o cru&eacute;is. Vamos rogar para que nos ensine a perdoar, e n&atilde;o guardar rancor ou sentimentos que nos faz adoecer (na alma e no corpo). Quando Jesus fala a respeito de &ldquo;cego&rdquo; (v. 39), Ele estava se referindo aos l&iacute;deres religiosos, em especial os fariseus. Embora religiosos, eram cegos. Estavam sempre observando os pecados alheios, eram arrogantes e impiedosos com as pessoas, mas n&atilde;o enxergavam os seus pr&oacute;prios erros. Em geral, quando os outros erram, invocamos logo a justi&ccedil;a de Deus, mas quando somos n&oacute;s, clamamos por miseric&oacute;rdia e perd&atilde;o. Os l&iacute;deres religiosos se encontravam cegos, por isso, n&atilde;o tinham condi&ccedil;&otilde;es de guiar ningu&eacute;m. Precisamos, antes de tentar corrigir os outros, considerar nossos erros, falhas e pecados. Em Cristo somos uma nova criatura, por isso, n&atilde;o podemos viver segundo a concupisc&ecirc;ncia da carne e dos olhos. A concupsci&ecirc;ncia da carne nos conduz a uma vida fora dos padr&otilde;es divinos. Fica aqui um alerta: Antes de apontar e julgar os erros dos outros, olhe para dentro de voc&ecirc;.</p><p style="color: #333333; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; text-align: justify;">O Mestre deu prosseguimento ao ensino se utilizando de outra ilustra&ccedil;&atilde;o: as &aacute;rvores boas e as ruins. Ele mostra que s&atilde;o os frutos que identificam as &aacute;rvores, pois revelam sua verdadeira natureza. Ent&atilde;o, aprendemos que se o nosso cora&ccedil;&atilde;o (car&aacute;ter interior) j&aacute; foi transformado pelo Esp&iacute;rito Santo, somente poderemos produzir bons frutos. Nossas palavras e a&ccedil;&otilde;es s&atilde;o resultado de nossos pensamentos e revelam o que est&aacute; no nosso interior. Muitos se dizem crist&atilde;os, mas n&atilde;o evidenciam, mediante suas a&ccedil;&otilde;es, que foram transformados pelo Senhor e possuem uma nova natureza. Um cora&ccedil;&atilde;o moldado pelo Esp&iacute;rito Santo nos torna semelhante a Cristo.</p><p style="color: #333333; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; text-align: justify;">Jesus conclui o Serm&atilde;o do Monte desafiando os seus disc&iacute;pulos a praticarem os seus ensinos. E para que todos compreendessem tal desafio, Ele utiliza a par&aacute;bola das duas casas. Aprendemos que n&atilde;o adianta conhecer toda a Palavra de Deus e n&atilde;o colocar seus ensinamentos em pr&aacute;tica, pois, assim faziam os fariseus. Eles conheciam a lei e as Escrituras, mas n&atilde;o praticavam. Jesus n&atilde;o est&aacute; falando de uma obedi&ecirc;ncia &ldquo;cega&rdquo;, mas de uma submiss&atilde;o que &eacute; resultado de uma intimidade e comunh&atilde;o com Ele. Quem ouve as palavras de Jesus e n&atilde;o as aceitas s&atilde;o semelhantes aqueles que constroem casas na areia, ou seja, sem uma funda&ccedil;&atilde;o firme. Sabemos que &eacute; o alicerce que d&aacute; sustenta&ccedil;&atilde;o a constru&ccedil;&atilde;o. Se quisermos solidez, precisamos edificar sobre a rocha. Somente aqueles que est&atilde;o sobre a rocha t&ecirc;m condi&ccedil;&otilde;es de resistir aos ataques ao seu car&aacute;ter, vivendo uma vida que agrada a Deus, produzindo frutos bons. Sem intimidade e comunh&atilde;o com Jesus, nos tornamos cegos e produzimos espinhos (frutos maus). Estes espinhos ferem o nosso pr&oacute;ximo, nos faz sangrar e maculam a Igreja de Cristo.</p><p style="color: #333333; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; text-align: justify;"><strong>SUGEST&Atilde;O DID&Aacute;TICA:</strong></p><p style="color: #333333; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; text-align: justify;">Pergunte aos alunos se eles sabem relacionar todas as obras da carne descritas em G&aacute;latas, sem olhar a B&iacute;blia. Em seguida, oriente-os para que formem duplas e distribua folhas de papel of&iacute;cio e caneta. Pe&ccedil;a que relacionem as obras da carne sem olhar o texto b&iacute;blico. D&ecirc; um tempo para que executem a tarefa. Depois, pe&ccedil;a que as duplas troquem os pap&eacute;is e fa&ccedil;am a corre&ccedil;&atilde;o. Coloque o gabarito no quadro. Ofere&ccedil;a uma fruta (bem bonita) a dupla que conseguir o maior n&uacute;mero de acertos. Ressalte que n&atilde;o herdar&atilde;o o Reino de Deus aqueles que vivem na pr&aacute;tica dessas obras (Gl 5.21).</p><p style="color: #333333; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; text-align: justify;">Obs: As obras da carne s&atilde;o: prostitui&ccedil;&atilde;o, impureza, lasc&iacute;via (sensualidade exagerada), idolatria, feiti&ccedil;arias, inimizades, porfias (discuss&atilde;o, contenda), emula&ccedil;&otilde;es (competi&ccedil;&atilde;o, disputa), iras, pelejas, dissens&otilde;es, heresias, inveja, homic&iacute;dios, bebedices, glutonaria (Gl 5.19-21).</p><p style="color: #333333; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"><em>Por Telma Bueno</em></p><p style="color: #333333; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; text-align: justify;"><span style="font-size: 8pt;">Prezado professor, aqui voc&ecirc; pode contar com mais um recurso no preparo de suas<strong>&nbsp;Li&ccedil;&otilde;es B&iacute;blicas de Adultos</strong>. Nossos subs&iacute;dios estar&atilde;o dispon&iacute;veis toda semana. Por&eacute;m, &eacute; importante ressaltar que os subs&iacute;dios s&atilde;o mais um recurso para ajud&aacute;-lo na sua tarefa de ensinar a Palavra de Deus. Eles n&atilde;o v&atilde;o esgotar todo o assunto e n&atilde;o se trata de uma nova li&ccedil;&atilde;o (uma li&ccedil;&atilde;o extra). Voc&ecirc; n&atilde;o pode substituir o seu estudo pessoal e o seu plano de aula, pois o nosso objetivo &eacute; fazer um resumo das li&ccedil;&otilde;es. Sabemos que ensinar n&atilde;o &eacute; uma tarefa f&aacute;cil, pois exige dedica&ccedil;&atilde;o, estudo, planejamento e reflex&atilde;o, por isso, estamos preparando esse material com o objetivo de ajud&aacute;-lo.</span></p><hr /><p>

Videoaula - Pr. Osiel Gomes<span style="font-size: 1em;">

</span></p><pre style="font-size: 16px; margin: 20px 0px; padding: 20px; font-family: Consolas, monospace, serif; color: rgba(37, 56, 86, 0.6); line-height: 30px; white-space: pre-wrap; background-image: initial; background-position: initial; background-repeat: initial; background-attachment: initial; border: 1px solid rgba(0, 0, 0, 0.0745098); overflow: auto;">
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