Lição 2 - Vencendo os Amalequitas

2º Trimestre de 2019

Êxodo 17.8-16.

Prezado(a) professor(a),

Na aula desta semana, seus alunos terão a oportunidade de conhecer um pouco mais a respeito das vitórias concedidas ao povo de Deus, mediante sua fé e obediência ao Todo-Poderoso. O cenário desta vez é o deserto. Durante a travessia, rumo à Terra prometida, muitos foram os desafios a serem vencidos pelo povo escolhido.

Depois de experimentarem o poder de Deus, ao receberem o maná enviado do céu, assim como das codornizes, e das fontes amargas de Mara transformadas em água doce, e da água jorrada da rocha saciando a sede do povo, Israel se depara desta vez com uma grande batalha contra os amalequitas, um povo que morava no deserto de Sim. Os amalequitas eram descendentes de Amaleque, um neto de Esaú. Eles formavam uma tribo nômade feroz que vivia na região desértica do mar Morto. Costumavam atacar povoados pelo deserto, saqueando e matando apenas por divertimento. Aquela batalha introduz Josué em cena na história de Israel. Começava ali uma grande experiência que tornaria Josué um grande líder do exercito israelita e que levaria o povo hebreu a tomar posse da Terra Prometida.

Josué. O homem escolhido para ser sucessor de Moisés como líder de Israel aparece aqui pela primeira vez na narrativa bíblica. Josué significa ‘o Senhor salva’ ou ‘Iavé é Salvador’; a forma grega do nome ‘Josué’ é ‘Jesus’ (ver Mt 1.21). É muito adequado que o homem que posteriormente conquistaria Canaã, apareça pela primeira vez desempenhando um papel de soldado (vv. 9-14). Deus o preparava providencialmente para suas futuras lutas contra os cananeus.

Moisés levantava a sua mão. Moisés, de mãos levantadas para o Senhor, revela sua dependência de Deus e sua fé nEle. (1) A força e a vitória de Israel dependiam exclusivamente do povo achegar-se a Deus continuamente em oração, fé e obediência. Quando Moisés cessava de orar, cessava também o fluxo do poder divino sobre o povo de Deus (ver Hb 7.25). (2) Esse princípio divino continua em ação no novo concerto. Se deixarmos de buscar a Deus diariamente em oração, o fluxo da vida, proteção e bênçãos divinas minguará em nossa vida. Nossa única esperança de vitória consiste em continuamente chegarmos perante o trono da graça por meio de Cristo, a fim de receber o poder e a graça de Deus para nos ajudar nas necessidades (Hb 4.16; 7.25; ver Mt 7.7,8 – nota).”

(Texto extraído da Bíblia de Estudo Pentecostal. Rio de Janeiro: CPAD, 1995, p. 142). 

Para reforçar o ensinamento, sugerimos a atividade a seguir:

Tema: Minha fé em Deus me faz ser um vencedor.
Versículo: “Mas graças a Deus, que nos dá a vitória por meio de nosso Senhor Jesus Cristo” (1 Co 15.57).
Hoje seus alunos aprenderão que pela fé em Jesus podemos vencer as dificuldades da vida e nos tornar heróis e heroínas.
Hoje seus alunos decidirão se vão confiar em Deus e se tornar-se-ão um herói na fé. 
Aplicação: Ter coragem não significa não ter medo. A nossa fé em Deus nos faz vencer o medo e nos torna campeões.
Atividade: Fale a respeito de alguns heróis do Novo Testamento. Explique que estes homens e mulheres eram pessoas comuns, como nós, todavia eles venceram seus inimigos e algumas lutas porque confiavam em Jesus. Quando olhamos para Jesus com confiança nos tornamos corajosos e assim nos tornamos um campeão. Em seguida, peça que os alunos sentem-se em circulo no chão da classe. Depois, solicite que eles formem dois grupos (podem ser meninos x meninas). A seguir, escreva no quadro de giz palavras que estejam relacionadas com alguns heróis do Novo Testamento sem as vogais. Por exemplo: JSS (Jesus), STV (Estevão), PDR (Pedro), SLS (Silas), PL (Paulo). Determine um tempo para que os alunos descubram as palavras. O grupo que acertar mais palavras será o vencedor. Ainda em grupo, conclua a atividade mostrando aos alunos o quanto é bom fazer parte de um grupo vencedor. Aqueles que creem em Jesus e entregaram sua vida a Ele já fazem parte desse grupo, que é mais que vencedor.

(Atividade extraída da Obra Boas Ideias para Professores de Educação Cristã. 1.ed. Rio de Janeiro: CPAD, 2015, pp. 56,57).

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