Lição 3 - O Filho que Voltou

4º Trimestre de 2019

Texto Bíblico – Lucas 15.11-32.

Prezado(a) professor(a),

Na aula desta semana seus alunos aprenderão um pouco mais a respeito da história do “filho pródigo”. O assunto da história é conhecido: o filho mais novo decide pedir sua parte na herança e sair da casa de seu pai para viver uma vida dissoluta. Ele não se importou nenhum pouco com os sentimentos de seu pai ou de seu irmão. Apenas decidiu gastar a herança pensando no momento e não nas consequências que tal decisão poderia lhe acarretar.

O Mestre utiliza essa história para fazer uma comparação com o que acontece no relacionamento da pessoa que abandona os preceitos da Palavra de Deus para viver os prazeres do mundo. 

“Nesta parábola, o Senhor ensina que uma vida de pecado e egoísmo, no seu sentido cabal, é a separação do amor, comunhão e autoridade de Deus. O pecador ou desviado é como o filho mais jovem da parábola, que, em busca dos prazeres do pecado, desperdiça os dotes físicos, intelectuais e espirituais que Deus lhe deu. O resultado é a desilusão e tristeza, e, às vezes, condições pessoais degradantes, e, sempre, a falta da vida verdadeira e real, que somente se encontra no relacionamento correto com Deus.

Antes de um perdido vir a Deus, ele precisa reconhecer seu verdadeiro estado de escravidão do pecado e de separação de Deus (vv. 14-17). Precisa voltar humildemente ao Pai, confessar seus pecados e estar disposto a fazer tudo quanto o Pai quiser (vv. 17-19). É o Espírito Santo quem convence o perdido pecador da sua situação pecaminosa” (Bíblia de Estudo Pentecostal. Rio de Janeiro: CPAD, 1995, p. 1540).

Saber como lidar com os que se encontram distantes do caminho é um desafio para a igreja. Somente o amor de Deus derramado por intermédio do Espírito Santo pode convencer o pecador da sua triste condição distante de Deus. A pessoa que se encontra afastado perde a sensibilidade e a percepção do quanto o pecado faz mal para a sua vida em todos os aspectos. O Senhor deseja restaurá-los, mas para que isso aconteça é necessário que haja arrependimento. Em muitos casos, o pecador só reconhece o seu estado pecaminoso quando sente as dores consequentes dos erros cometidos. É o caso do filho pródigo que, após chegar à triste situação de desejar se alimentar das bolotas dos porcos, caindo em si resolveu retornar para o aconchego da casa de seu pai.

Não é diferente em relação àqueles que conhecem a Palavra de Deus e, por algum motivo, resolvem deixar a Casa do Pai para desfrutar dos prazeres do mundo. Infelizmente só encontram tristeza e dor. Muitos só retornam após atravessarem determinados sofrimentos para reconhecer que não deveriam ter tomado uma decisão tão precipitada.

O exemplo relatado nessa história serve de grande lição para os juniores. Nesta fase o trabalho de conscientização a respeito da permanência na Casa do Pai é de suma importância. Seus alunos precisam ter a compreensão da dimensão do amor de Deus para com eles. Além do mais, precisam desenvolver uma comunhão e intimidade com o Senhor para que saibam o quanto é importante permanecer na sua presença.

Caro professor, mostre amor pelos seus alunos, mesmo quando eles não atingirem todas as metas estipuladas por você em sala de aula. Aos faltosos, mostre o quanto todos da classe sentiram sua falta e o quanto é importante que acompanhem o curso. Se for possível, realize esporadicamente uma festa para os aniversariantes do mês. Todos gostam de ser lembrados e bem aceitos no ambiente onde frequentam. Estimule a comunhão e a parceria entre os seus alunos e que eles demonstrem importarem-se uns com os outros.   

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