Lição 11 - Os Três Empregados

4º Trimestre de 2019

Texto Bíblico – Lucas 19.11-27.

Prezado(a) professor(a),

Na lição desta semana seus alunos aprenderão que é preciso ser fiel no serviço para o qual o Senhor nos chamou. Não fomos chamados para fazer a nossa própria vontade, mas sim a vontade daquEle que nos chamou. O dono da Obra é Deus e somente Ele tem o poder de decidir o local e o modo como quer que a Obra seja realizada. Somos apenas servos a quem o Senhor distribuiu talentos conforme a Sua própria vontade.

A lição de hoje apresenta o episódio em que Jesus estava perto de Jerusalém e os seus discípulos pensavam que o Reino de Deus havia de aparecer em breve. Por conta disso, o Mestre contou uma história para ilustrar qual deve ser o comportamento daqueles que servem a Deus e estão aguardando ansiosamente pela vinda do Senhor.

A história narrada por Jesus diz que havia certo homem de família importante que viajou para um país distante, porquanto havia de ser feito rei naquele lugar. Então, antes de viajar, reuniu os seus empregados e distribuiu certa quantidade de dinheiro para cada um deles. Em seguida, deu ordem para que negociassem e investissem o dinheiro até que ele voltasse.

Assim que retornou daquela longa viajem o homem de família reuniu os seus empregados para a prestação de contas. O final dessa história é bem conhecido, os empregados entregaram o resultado multiplicado em relação à moeda que receberam. O patrão ficou muito feliz e disse a seguinte frase para um dos empregados obedientes: — Muito bem! Você é um bom empregado! E, porque você foi fiel em coisas pequenas, você vai ser o governador de dez cidades. E o mesmo aquele homem fez com os demais que foram obedientes em cumprir o que foi acordado. Porém havia um dos empregados que chegou para o seu senhor e disse que guardou a moeda com cuidado, pois sabia que o seu senhor era um homem duro, que tira dos outros o que não é seu e colhe o que não plantou.

Em primeiro lugar, podemos aprender com essa história que o nosso Deus não nos entrega responsabilidade alguma que não sejamos capazes de arcar ou missão alguma que não tenhamos condições de cumprir. Há qualidades em cada um dos servos do Senhor que são aperfeiçoadas com o tempo a fim de que o serviço na obra de Deus seja realizado com eficiência e qualidade.

Em segundo lugar, o comportamento do último servo denota que ele não tinha conhecimento algum de quem era o seu senhor. Ao declarar que o seu senhor era um homem duro e sem compaixão, o servo infiel revela a ausência de intimidade com o seu senhor. Semelhantemente, na obra de Deus, há pessoas que justificam a falta de empenho e dedicação na obra do Senhor, alegando que não possuem capacidade para realizar o serviço para o qual foram chamados. Outros, dizem que não foram chamados para realizar determinadas tarefas. Essas e outras justificativas não passam de desculpas da parte daqueles que conheceram o evangelho, mas ainda não desfrutam de uma intimidade com Deus, o dono da Obra.

Na Bíblia de Estudo Pentecostal (1995, p. 1549), encontramos o seguinte comentário:

A parábola das minas [moedas de ouro] mostra que cada crente redimido tem a responsabilidade de empregar fielmente aquilo que de Deus recebeu. Cada crente recebe de Deus oportunidade, tempo e meios de viver para Cristo, através de atos de bondade, nas orações, nas ofertas e de muitas outras maneiras.
Quem foi fiel no seu serviço para o Senhor e compartilhou do seu trabalho aqui na terra receberá tarefas ainda maiores no novo céu e na nova terra (Ap 21.1). Os que foram menos fiéis receberão uma posição e responsabilidade menores.

Sendo assim, o papel de cada servo de Deus é viver um estilo de vida que revele a mensagem de Cristo aos que precisam encontrar a salvação. O objetivo dos dons e talentos que recebemos de Deus é para alcançar as pessoas. Em momento algum o Senhor tem a pretensão de nos chamar para sermos privilegiados, louvados ou engrandecidos. O único nome a quem pertence a honra, a glória e o louvor é o nome de Jesus Cristo, Rei do reis e Senhor dos senhores, pois Ele é o dono da obra.

Para reforçar os ensinamentos compreendidos na lição de hoje, sugerimos a seguinte atividade:

Leve para a sala de aula, diversos tipos de doces: bombons, balas, pirulitos, amendoim e outros. Determine uma pontuação para cada tipo de doce, mas não revele aos alunos. Entregue a mesma quantidade para cada aluno (pode ser um de cada). Determine um tempo para eles negociarem a troca dos doces. Ao final, verifique quem conseguiu negociar e adquirir mais doces. Para surpreender os alunos, determine a pontuação mais alta para os doces mais simples, por exemplo: as balas. Quem fizer mais pontos vence a brincadeira. Você pode premiar aqueles que fizeram mais pontos.

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