Lição 12 - Louvor no Novo Testamento

1º Trimestre de 2019

“A palavra de Cristo habite em vós abundantemente, em toda a sabedoria, ensinando-vos e admoestando-vos uns aos outros, com salmos, hinos e cânticos espirituais; cantando ao Senhor com graça em vosso coração” (Cl 3.16).

ESBOÇO DA LIÇÃO
1. JESUS – O MOTIVO DO LOUVOR
2. JESUS DEVE SER ADORADO
3. O LOUVOR NA IGREJA PRIMITIVA
4. E O NOSSO LOUVOR?

OBJETIVOS
Apresentar o louvor e adoração a Jesus ao longo do Novo Testamento;
Pontuar os princípios de um louvor cristocêntrico;
Estimular os alunos a reconhecerem se um louvor é cristocêntrico ou não.

Querido (a) professor (a), vamos para a penúltima aula do trimestre. Ao decorrer dessas aulas, você e sua turma conseguiram botar em prática algumas das ideias sobre o tema que fomos sugerindo aqui neste espaço?! Ainda há tempo. Quem sabe aproveite o final desta próxima aula para prepararem ou acordarem os ajustes finais para a última aula, fechando nosso estudo sobre “Louvor e Adoração” com chave de ouro. Recapitulando algumas para sua inspiração: Organizar um louvorzão em algum local público; compor uma canção; apresentar um hino conhecido com um novo arranjo ou estilo musical; fazer paródias divertidas, versão evangélica de alguma música; também podem organizar uma versão gospel da brincadeira “Qual é a Música”; postar nas redes sociais um desafio musical, cuja apresentação pode ocorrer ao final da aula, em estilo acústico ou “pocket show”.

Abaixo, para nos aprofundarmos no debate e reflexão acerca do tema de nossa próxima aula, sugerimos a leitura deste artigo publicado no nosso Portal CPAD News, que é de autoria do pastor Douglas Baptista, presidente do Conselho de Educação e Cultura da CGADB, doutor em Teologia Sistemática e mestre em Teologia do Novo Testamento.

A música e o louvor na igreja

Música é cultura; ela expressa os padrões de comportamento de um povo. A boa música pode contribuir para dignificar ou rebaixar uma cultura. Na cultura musical alguns sons não louvam a Deus, pois são identificados apenas como acordes, cujos ritmos embalam a carne e despertam sensualidade e erotismo No entanto, alguns destes sons foram inseridos de modo sutil em nossas igrejas.

Louvor não é questão de escolha ou gosto pessoal, é um mandamento divino. O homem foi formado para louvar a Deus, e assim, louvar é externar gratidão ao Senhor. A forma de louvar não pode ser decidida pela criatura, mas o Espírito Santo é quem ensina como se deve louvar ao Criador. Quando a decisão é tomada exclusivamente pelo homem, a tendência é de que a adoração e também a música fique corrompida.

Deste modo, no meio evangélico, já se pode observar danças sensuais, gritos e gritinhos escandalosos, música ensurdecedora e tambores que rufam e dão o ritmo musical para “satisfazer” a carne e “animar” os adoradores. Assim, em grande parte do universo da adoração evangélica muitos estão cantando, mas não estão louvando a Deus.

Em muitos casos o pastor é assediado por músicos e cantores que querem mudar a liturgia musical do culto. Desejam inserir melodias e ritmos estranhos a música cristã. Frequentemente condenam o uso dos “hinários” e querem substituí-los por canções modernas. Procuram introduzir “coreografias” sensuais e “expressões corporais” durante a ministração do louvor. Colocam o adorador em evidência e não Aquele que é digno da adoração.

A displicência de alguns vem causando estrago na igreja. Os modismos já dividiram ministérios. Líderes há que não admitem o erro, outros, porém são tolerantes. A inibição desta prática perniciosa depende da postura do pastor da igreja. Somente um líder vocacionado que passou pelo crivo dos requisitos da Escritura é que detém autoridade para impedir “inovações” espúrias na adoração do povo de Deus.

O Senhor te abençoe e capacite. Boa aula! 

Paula Renata Santos
Editora Responsável pela Revista Juvenis da CPAD

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