Lição 2 - O Caráter Ético de Deus

3º Trimestre de 2019

“Rogo-vos, pois, eu, o preso do Senhor, que andeis como é digno da vocação com que fostes chamados” (Ef 4.1).

OBJETIVOS
Elencar os atributos morais de Deus;
Conceituar Reino de Deus;
Conscientizar a classe a manifestar as virtudes do Reino de Deus na sociedade.

ESBOÇO DA LIÇÃO
1. OS ATRIBUTOS MORAIS DE DEUS
2. O REINO DE DEUS
3. AS VIRTUDES MANIFESTAS DO REINO DE DEUS

Querido (a) professor (a), em nossa próxima aula vamos falar aos Juvenis sobre a principal razão para buscarmos cada dia mais sermos éticos: o caráter do nosso Deus. Como cristãos, somos convocados e impelidos a sermos Cristo nessa terra, reproduzindo em nosso próprio comportamento diário o caráter e amor dEle. Quanto mais conhecemos e nos aproximarmos do Altíssimo, mais parecidos com Ele nos tornamos, e esse é o objetivo.

“Nossa maneira de compreender a Deus não deve basear-se em pressuposições a respeito dEle, ou em corno gostaríamos que Ele fosse. Pelo contrário: devemos crer no Deus que existe, e que optou por se revelar a nós através das Escrituras, O ser humano tende a criar falsos deuses, nos quais é fácil crer; deuses que se conformam com o modo de viver e com a natureza pecaminosa do homem. Essa é uma das características das falsas religiões. Alguns até mesmo caem na armadilha de se desconsiderar a autorrevelação divina para desenvolver um conceito de Deus que está mais de acordo com as suas fantasias pessoais do que com a Bíblia, que é a nossa fonte única de pesquisa, que nos permite saber que Deus existe e corno Ele é.” (HORTON, Stanley. Teologia Sistemática: Uma perspectiva pentecostal 1.ed. Rio de Janeiro: CPAD, 1996, pp. 125-6).

Para sua mais profunda reflexão acerca dos atributos éticos e morais de Deus, segue abaixo o comentário da revista Lições Bíblicas de Adultos da CPAD. 

Em relação à natureza de Deus, isto é, aos seus atributos incomunicáveis ao ser humano, Deus é apresentado na Bíblia como infinitamente perfeito (Dt. 18.13; Mt. 5.48), Sua obra é, portanto, perfeita (Dt. 32.4) bem como os seus caminhos (Sl. 18.30). 

Deus é santo por natureza enquanto que o homem somente pode sê-lo por participação (Rm. 1.4; II Co. 7.1; I Ts. 3.13). Esse Deus, que tudo pode (Jó. 42.2), somente faz o que lhe apraz (Sl. 115.3). 

Existem apenas algumas coisas que o Onipotente não pode fazer: 

1) mentir (Nm. 23.19; Tt. 1.2; Hb. 6.18); 

2) negar-se a si mesmo (II Tm. 2.13); 

3) fazer injustiça (Jó. 8.3; 34.12; Sl. 145.17); 

4) fazer acepções de pessoas (II Cr. 19.7; Rm. 2.11). 

Os atributos naturais de Deus são: 

1) Onipresença – Deus se relaciona com tudo e com todos ao mesmo tempo (Sl. 139.7-10); 

2) Onisciência – conhece todas as coisas (Mt. 10.30; Is. 46.9,10); e 

3) Onipotência – tudo pode fazer (Ap. 4.1,2; Gn. 17.1). 

Esses atributos revelam a grandeza de Deus, e nos direcionam a nos dobrar perante Ele, reconhecendo Sua supremacia e soberania não apenas sobre nossas vidas, mas também sobre terra, céus e mares. Contudo, não podemos deixar de ressaltar que Esse é também um Deus que se aproxima dos seres humanos, e que um dos mais importantes atributos é o AMOR, pois está escrito que “Deus é amor” (I Jo. 4.8). Esse atributo nos é comprovado na pessoa de Cristo, pois Deus amou o mundo de tal maneira que deu seu Filho Unigênito para que todo aquele que nEle crê não pereça, mas que tenha vida eterna (Jo. 3.16). Deus prova seu amor para conosco pelo fato de ter nos amado, sendo nós ainda pecadores e de andarmos a revelia da sua vontade (Rm. 5.8).

O Senhor te abençoe e capacite. Boa aula!

Paula Renata Santos
Editora Responsável pela Revista Juvenis da CPAD

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