Lição 8 - Naum – o Juízo de Deus

1º Trimestre de 2020

“E fará recair sobre eles a sua própria iniquidade; e os destruirá na sua própria malícia; o Senhor nosso Deus, os destruirá”
(Sl 94.23).

OBJETIVOS
Mostrar a Justiça de Deus;
Evidenciar que a falta de arrependimento produz juízo definitivo;
Declarar que Deus abate os que desprezam a sua misericórdia.

ESBOÇO DA LIÇÃO
1. CONTEXTO HISTÓRICO
2. ESTRUTURA DO LIVRO
3. A MENSAGEM DE NAUM * 

Querido (a) professor (a), como sabemos, o nosso Deus é tardio em irar-se, mui longânimo e riquíssimo em misericórdia. Contudo, também é justiça, juízo e fogo consumidor. Em pleno Carnaval, momento em que o país celebra a “festa da carne”, você terá a oportunidade de através do livro do profeta Naum, ensinar seus Juvenis sobre a disciplina e juízo de Deus sobre os que desprezam sua graça e correção.

Além de todo o conteúdo programático em sua revista, deixamos abaixo mais um auxílio acerca do tema.

Nínive havia provado da graça e da misericórdia do Senhor. No tempo de Jonas, o povo ninivita arrependeu-se dos seus pecados e prostou-se perante o Eterno, confessando a sua ignomínia. Assim, o povo recebeu de DEUS o perdão dos seus pecados. Aquela nação foi salva do juízo divino! Mas o tempo passou e depois de aproximadamente um século e meio, a nova geração de Nínive esqueceu-se do passado de quebrantamento ao Senhor. Ela voltou pecar contra DEUS com requintes de crueldade, perversidade e malignidade. Por isso o profeta Naum vocifera: "Ai da cidade ensanguentada! Ela está toda cheia de mentiras e de rapina! Não se aparta dela o roubo". Agora o juízo divino sobre Nínive seria irreversível. 

Explique que o livro de Naum é constituído por três capítulos. O primeiro descreve a natureza de DEUS. O segundo proclama o juízo iminente sobre a cidade de Nínive. E o terceiro alista os pecados de Nínive, terminando com um quadro de julgamento divino já executado. Conclua enfatizando que no tempo de DEUS, cada nação, e cada indivíduo, passará pelo crivo da justiça divina. 

Analisando as Palavras de Juízo dos Profetas

Se desejarmos ouvir as palavras dos profetas de uma maneira que seja fiel ao seu contexto original e, ao mesmo tempo, de utilidade contemporânea para nós, devemos antes de mais nada determinar o tema ou propósito básico de cada livro profético que desejamos pregar. Também será útil mostrar se o propósito do livro se encaixa no tema global e unificador do Antigo Testamento e no tema ou plano central de toda a Bíblia.

Depois de definirmos o propósito do livro, devemos, então, assinalar as principais seções literárias que constituem a estrutura do livro. Normalmente, existem mecanismos de retórica que assinalam onde tem início uma nova seção no livro. No entanto, quando tais mecanismos não estão presentes é preciso observar outros marcadores. Uma mudança de assunto, uma mudança de pronomes, ou uma mudança em aspectos de ação verbal, tudo isso pode ser um sinal revelador de que teve início uma nova seção. (KAISER JR., Walter C. Pregando e Ensinando a partir do Antigo Testamento: Um guia para a Igreja. 1.ed. Rio de Janeiro: CPAD, 2010, p.121).

* Errata: Consta na sua revista de Juvenis, no terceiro tópico, um erro de edição, fazendo menção à “Mensagem de Obadias”. Pedimos desculpas, esclarecendo que se trata da “Mensagem de Naum” e o conteúdo que se segue possui o contexto correto. Agradecemos pela compreensão.

O Senhor lhe abençoe e capacite! Boa aula.

Paula Renata Santos
Editora Responsável pela Revista Juvenis da CPAD

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