Lição 9 - Os primeiros ajudantes

1º Trimestre de 2020

Objetivo da lição: Que a criança saiba que Jesus teve amigos.

Para guardar no coração:Vocês são meus amigos se fazem o que eu mando.” (Jo 15.14)

Subsídio professor

“A união faz a força”, diz um ditado popular. Existem tarefas que são difíceis de ser realizadas sozinho. Imagine um pedreiro tendo que dar conta de toda uma obra, ou um engenheiro, além de criar um projeto, ter que erguer uma estrutura. Seria impossível, não é mesmo? Mas Jesus decidiu escolher homens com personalidades diferentes para um mesmo ideal: pregar as Boas-Novas a todas as pessoas. Ele formou uma equipe cujos integrantes eram mais que simples ajudantes; eles se tornaram amigos (Jo 15.15). Jesus, com isso, criou uma proximidade maior com seus ajudantes, chamados de discípulos (Mt 26.18). Hoje Ele conta com novos ajudantes para pregar a sua Palavra: aquele grupo de doze passou a ser de milhares espalhados por todas as nações. E esse número forma a sua Igreja, que aumenta a cada dia, também chamada de “Corpo de Cristo” (1 Co 12.27). Que possamos nos lembrar todos os dias que fazemos parte do grupo de ajudantes de Jesus e, principalmente, que somos seus amigos!” (Daniele Pereira). 

Somos assim

Características emocionais e espirituais                                                              Necessidades
Forte desejo de amar.   Frise o amor e cuidado de Deus por elas. A certeza do amor e afeto dos pais.
Crédulas.  Ensine a verdade. Não ensine algo que deva ser desaprendido. Encoraje a confiança no Senhor.
Cheias de admiração.  Estimule o desejo delas à adoração. Forme reverência pela oração, a Bíblia, a casa do Senhor, etc.
Ansiosas em serem ensinadas e aprender. Esteja alerta para identificar a prontidão mostrada pelas crianças para receber a verdade espiritual. Requer tempo, paciência, entendimento e genuíno interesse dos líderes adultos.

(GANGEL, Kenneth O.; HENDRICKS, Howard G. Manual de Ensino para o Educador Cristão. 4. ed. Rio de Janeiro: CPAD, 2005, p. 123)

É hora de preparar-se

“Professor, ao longo deste trimestre, você tem ensinado aos alunos quem é Jesus. Procure mostrar que Ele é o nosso amigo, mas seja você também um amigo para seus alunos. Procure tratá-los de modo que eles sintam que podem confiar em você como um amigo, mas deixe claro que o melhor amigo que podemos ter é Jesus. 

Convide um aluno para orar iniciando a aula. Após o período de louvor, recolha as ofertas. Com entusiasmo, mostre os visuais e diga aos alunos quantos acontecimentos a respeito de Jesus eles já aprenderam. Em seguida, pergunte à turma quem sabe fazer barquinhos de papel. Explique que cada um fará um barquinho com a sua ajuda. Diga-lhes que os barcos são usados por pescadores. Pergunte se algum aluno conhece um pescador. Depois, conte a história, procurando mostrar que alguns dos ajudantes de Jesus eram pescadores. Faça os exercícios da revista do aluno e finalize com a atividade sugerida na seção oficina de ideias” (Daniele Pereira). 

Subsídio
“O número de seguidores de Cristo crescera a tais proporções, que se fazia necessária a separação de obreiros que levassem a missão do Reino adiante. Para tanto, Jesus selecionou certo número de discípulos para que recebessem treinamento específico.

1. Seu número. Por que foram escolhidos em número de doze? [...] Doze é o número do povo de Deus no Antigo e no Novo Testamento (Ap 21.12-14). O número dos apóstolos, pois, já indicava a futura liderança da Igreja. Assim como os filhos de Jacó eram os pais de Israel segundo a carne, de igual modo os doze apóstolos o seriam segundo o Espírito. Seriam pais espirituais não somente dos judeus convertidos, como também dos gentios que haveriam de receber a Cristo.

2. Seus nomes. A lista começa com Pedro, o líder espiritual do grupo; embora viesse a negar o Senhor, arrepender-se-ia de maneira sincera e inquestionável. A mesma lista termina com Judas, o líder financeiro, que viria a trair o Mestre.

Neste grupo, havia um ‘círculo íntimo’ composto por Pedro, Tiago e João, que mantinha uma comunhão mais estreita e privilegiada com o Mestre (Mc 5.37; 9.2). Não se tratava de nenhum favoritismo. Temos de convir, porém, que há discípulos que se apegam mais ao Mestre que os demais.

[...]Havia diferenças de temperamentos entre os doze apóstolos. Pedro era impulsivo; João e Tiago eram os fogosos filhos do trovão; Mateus era o eficiente publicano; Tomé, o homem das dúvidas e tristezas; Simão, o zelote, um revolucionário da Galileia. Assim também ocorre hoje com as nossas igrejas; compõem-na homens e mulheres dos mais variados temperamentos. Os apóstolos eram simplesmente seres humanos. Os Evangelhos não fazem qualquer tentativa de encobrir-lhes as falhas. Mas aquEle que havia dito que faria deles pescadores de homens, cumpriu a promessa: foi moldando-lhes a personalidade segundo a Sua própria imagem” (PEARLMAN, Myer. Marcos: O Evangelho do Servo de Jeová.  5.ed. Série Comentário Bíblico. Rio de Janeiro: CPAD, 2003, pp. 40-43).

Até logo

Convide a todos para retornarem no próximo domingo para continuarem aprendendo sobre o Amigo Jesus.  Deus abençoe a sua aula e os seus alunos!

Telma Bueno
Editora Responsável pela Revista de Maternal 

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