Lição 13 - Jesus é preso, morto e volta viver

1º Trimestre de 2020  

Objetivo da lição: Que a criança saiba que Jesus morreu pelos nossos pecados, mas Ele voltou a viver novamente e foi para o céu.
 
Para guardar no coração:[...] Ele não está aqui; já foi ressuscitado [...].” (Mt 28.6) 
 
Subsídio professor
 
“O Senhor Jesus, em sua vida terrena, pregava amor, paz e a esperança de que todas as necessidades do homem seriam supridas. Ele foi um verdadeiro representante do povo. Defendia os humildes de pessoas poderosas. Era a voz de que a nação precisava. Porém, um dia, essa voz foi calada. Imagine a expressão de desapontamento no rosto daquele povo que esperava um libertador! Mas antes de morrer, Jesus havia prometido que voltaria a viver, o que se cumpriu três dias depois da crucificação. No momento em que os discípulos estavam reunidos pensando, incrédulos, o que seria deles sem a presença do Mestre, Ele apareceu! “Paz seja convosco!”, saudou-os. Assustados, custaram a se lembrar de sua promessa. Passado o susto, lembraram-se do que Ele tinha dito. Após um momento com eles, Jesus se despediu. E prometeu voltar outra vez para buscar todos os seus. Vivamos, então, com essa certeza de que o Senhor Jesus nunca deixou de cumprir suas promessas” (Daniele Pereira).   
 
Perfil da criança

“Estágio da Manipulação. A criança experimenta a arte através da manipulação de gizes de cera, pintura, argila ou outros materiais. No início, esta manipulação é ao acaso. [...] Mais tarde, seus riscos são mais controlados e passam a ter um propósito.

Estágio da Representação. [...] ao olhar pela primeira vez para um de seus círculos e dizer: ‘Sou eu’, ela está se encaminhando para o estágio da representação. A seguir, começa a dominar suas representações, desenhando-as de acordo com sua vontade” (BEECHICK, Ruth. Como ensinar crianças do maternal. Rio de Janeiro: CPAD, 2003, pp. 81- 84).
 
 
VERDADE PRÁTICA
“Jesus nunca escondeu de seus discípulos as dificuldades que teriam que enfrentar, mas também lhes fez promessas. Ele avisou que morreria, mas prometeu que iria ressuscitar, e sua ressurreição deve ser nossa fonte de esperança. É fácil lembrar disso quando vai tudo bem, mas podemos nos esquecer facilmente dessas promessas nos períodos de provação. É nessas horas que precisamos nos lembrar da fidelidade do nosso Senhor. De acordo com o escritor A. W. Tozer, “Se, ao menos, parássemos de nos lamentar e olhássemos para cima. Deus está lá. Cristo ressuscitou. Conhecemos tudo isso como verdades teológicas. Falta-nos, entretanto, transformar tudo isso em uma alegre experiência espiritual”. Nos momentos difíceis da nossa caminhada cristã, devemos nos alegrar por saber que o nosso Salvador venceu a morte; Ele está vivo, e voltará para nos levar ao céu” (Daniele Pereira).
 
SEJA BEM-VINDO
“Professora, chegamos à última aula deste trimestre. Aproveite para recordar com os alunos quantos acontecimentos sobre o nosso Amigo Jesus nós aprendemos! O desejo do nosso coração é que suas aulas tenham sido produtivas e que essas lições tenham contribuído para o crescimento espiritual de seus alunos.

Após a oração inicial, peça que os alunos compartilhem as lições e/ou atividades de que mais gostaram. Em seguida, cante com eles alguns louvores e, finalizando esse período, convide um aluno para recolher as ofertas, lembrando que contribuir com alegria também é uma forma de louvar e agradecer a Deus por tudo que Ele nos dá.

Após contar a história, ensine o versículo e faça com os alunos o móbile de copo descartável que irá ajudá-los a memorizar o versículo, além de servir de como lembrancinha da aula de hoje. Em seguida, oriente os alunos acerca das atividades da revista do aluno” (Daniele Pereira).
 
SUBSÍDIO

“Jesus era o Messias, e a morte não pôde mantê-lo no sepulcro. Deus o trouxe de volta à vida para cumprir a sua missão e trazer a vida eterna ao mundo. Jesus fez uma assombrosa declaração aos seus discípulos. Ele disse que no futuro eles também teriam corpos ressurrectos, como o dEle. Esses seriam corpos que nunca envelheceriam, nem morreriam” (MCDOWEL, Josh. Jesus Está Vivo!. Rio de Janeiro: CPAD, 2012, p. 10).

“‘E acharam a pedra revolvida do sepulcro’. As mulheres disseram umas às outras: ‘Quem vos revolverá a pedra da porta do sepulcro?’ (Mc 16.3). Tinham visto a grande rocha colocada à entrada do túmulo em forma de caverna, e sabiam que removê-la era trabalho para vários homens. No entanto, a exemplo dos aparentes obstáculos entre o pecador e Cristo, a pedra já fora removida. Um anjo a deslocara (Mt 28.2), não para que Cristo saísse, porque seu corpo glorificado podia passar por qualquer barreira, mas para deixar entrada aos primeiros arautos da ressurreição. [...]

“As mulheres, ‘voltando do sepulcro, anunciaram todas estas coisas aos onze e a todos demais [cf. vv. 13-22]. E as suas palavras lhes pareciam como desvario, e não as creram’. Os apóstolos e os outros discípulos aguardavam a ressurreição, mas na realidade, era a última coisa que esperavam. A prisão e a crucificação do Mestre paralisara por um tempo a sua fé, de modo que não podiam crer no testemunho das mulheres. Descrença indesculpável, porque as mulheres viram o túmulo vazio, ouviram a mensagem dos anjos, e viram, tocaram e ouviram o próprio Jesus (Mt 28.9). mas até esta descrença se torna em fundamento para a nossa fé, porque os apóstolos não teriam crido e pregado a ressurreição sem evidência convincente. Esta evidência, receberam-na quando o viram com seus próprios olhos, e o tocaram, e ouviram a sua voz (Lc 24.36-43)” (PEARLMAN, Myer. Lucas: O Evangelho do Homem Perfeito. 5.ed. Série Comentário Bíblico. Rio de Janeiro: CPAD, 2004, p. 149, 152).
 
Até logo

Convide a todos para retornarem no próximo domingo para continuarem aprendendo sobre o Amigo Jesus. 

Deus abençoe a sua aula e os seus alunos! 
 
Telma Bueno
Editora Responsável pela Revista de Maternal 

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