Lição 3 – O Amigo dos Pecadores

3º Trimestre de 2019

A lição de hoje encontra-se em: Lucas 19.1-10.

Prezado(a) professor(a),

Na lição desta semana, compartilhe com seus alunos uma verdade que precisa ser reforçada com veemência: Deus não faz acepção de pessoas. A história de Zaqueu é um exemplo claro do amor divino pelo pecador. Deus não delimita cor, idade, riqueza ou pobreza como critérios para amar as pessoas, mas todos são tratados por Ele da mesma maneira. Nem mesmo ser um bom religioso é critério para Deus privilegiar uma pessoa em detrimento de outra.

Uma característica marcante do amor de Deus é que Ele decidiu amar o ser humano independentemente de seu estado pecaminoso. Em sua Carta aos crentes de Roma, o apóstolo Paulo enfatiza que não há diferença entre povos, porque todos pecaram e estão separados da glória de Deus (Rm 3.22,23). Então, Deus prova o seu intenso amor para conosco quando Cristo morreu por nós, antes mesmo que pensássemos em nos arrepender (Rm 5.8). E esse amor é demonstrado na pessoa de Jesus que, ao ver o pecador Zaqueu em sua triste condição, foi ao seu encontro a fim de salvá-lo.

Os publicanos

“Para financiar seu império mundial, os romanos arrecadavam, de todas as nações sob seu controle, grandes quantias em forma de impostos. Os judeus se opunham ao pagamento dessas taxas, por terem de sustentar um governo secular com deuses pagãos, porém eram forçados a pagar. Os cobradores de impostos estavam entre as pessoas mais impopulares de Israel. Judeus de nascimento, os publicanos escolheram trabalhar para Roma, por isso eram considerados traidores de Israel. Além disso, era de conhecimento de todos que os publicanos enriqueciam por meio da extorsão de seus companheiros judeus. Assim, não é de admirar que alguns tenham murmurado contra o Senhor Jesus, por Ele ter ido à casa de Zaqueu. Apesar de Zaqueu ser um trapaceiro e renegado, Jesus o amou e, em resposta, esse cobrador de impostos se converteu. Em toda a sociedade, certos grupos de pessoas são considerados intocáveis ou indesejáveis, por causa de suas opiniões políticas, de seu comportamento imoral ou estilo de vida. Não devemos ceder à pressão social que nos força a evitar tais pessoas. Jesus as ama, e elas precisam ouvir as Boas Novas.” (Bíblia de Estudo Aplicação Pessoal. Rio de Janeiro: CPAD, 2003. p. 1391).

Aproveite a ocasião e converse com seus alunos a respeito da amizade que eles têm com pessoas que não pertencem à igreja. Deixe que expressem o que pensam a respeito. Em seguida, explique que não devemos ignorar a amizade dessas pessoas, apesar de não concordarmos com as suas atitudes. Antes o nosso papel é influenciá-las com o nosso testemunho para que elas também possam se converter a Cristo, afinal de contas, a nossa missão é pregar a Palavra de Deus em tempo e fora de tempo (1 Tm 4.2). O grande diferencial é não compartilhar do pensamento e comportamento mundanos que são contrários à Palavra de Deus. Mas isso não significa que devemos ignorar essas pessoas, pelo contrário, devemos ser agradáveis a fim de conquistá-las para Cristo. Ao final, reforce esta verdade: “Deus não faz acepção de pessoas”.

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