Lição 5 - Uma História sobre o Filho Perdido

4º Trimestre de 2020 

Objetivo: Que o aluno compreenda que Deus nos ama mesmo sem merecermos.

Ponto central: Deus recebe seus filhos arrependidos.

Memória em ação:Todos aqueles que o Pai me dá virão a mim; e de modo nenhum jogarei fora aqueles que virem a mim” (Jo 6.37) 

Querido (a) professor (a), no próximo domingo teremos a oportunidade de ensinar às crianças uma das mais belas parábolas contadas por Jesus, a Parábola do Filho Pródigo (Lc 15.11-32). 

Quantas lições e perspectivas a serem consideradas nesta história contada por Jesus: a do Pai – incondicionalmente amoroso; a do filho – seduzido pelas ilusões e vaidades do mundo; a do irmão – com ciúme e inveja; a dos “amigos” – que somem na adversidade... Em muito podemos refletir e aprender. Mas como salienta a sua revista, o nosso foco nesta aula será esse maravilhoso amor de Deus por nós, que nos acha quando estamos perdidos, que nos perdoa quando estamos arrependidos, que nos alcança em todo o tempo.

Nas duas parábolas anteriores as pessoas procuraram a moeda e a ovelha até achar, porque nem a moeda e nem a ovelha poderiam retornar por si mesmas. Na parábola do filho pródigo o pai olhava e esperava. Estava lidando com um ser humano, com vontade própria, mas estava pronto para saudar seu filho, caso retornasse. 

Da mesma maneira, o amor de Deus é constante e paciente; dá-nos sempre as boas-vindas. Deus procura por nós e nos dá oportunidades de responder, porém, não nos força a buscá-lo. Como o pai nessa história, Deus espera pacientemente que recobremos o juízo, que façamos a escolha por Ele.

Talvez a ovelha estivesse perdida por ter vagado, de modo tolo, para muito longe (15.4); a moeda, sendo um objeto inanimado não tinha culpa por estar perdida (15.12). Mas o grande amor de Deus procura e encontra os pecadores, não importa por que ou como se perderam! (Bíblia de Estudo Aplicação Pessoal. Rio de Janeiro: CPAD, 1995, p.1385)     

Além das atividades já propostas em sua revista, sugerimos aqui uma estratégia lúdica para a fixação do objetivo e ponto central estabelecidos: a “Ginástica do Amor de Deus”. 

Após a lição, proponha um alongamento especial. Peça à turma que acompanhe seus movimentos, enquanto você diz:

O amor de Deus é tão grande (comece agachado e levante-se erguendo também as mãos, mostrando o “tamanho” do amor de Deus).

Me envolve pela direita (incline todo o corpo para o lado direito).

Me envolve pela esquerda (incline todo o corpo para o lado esquerdo).

Me envolve por trás (incline todo o corpo para trás).

O amor de Deus é tão profundo (incline todo o corpo para frente e para baixo, como um mergulho).

O amor de Deus é tão grande! (Novamente erga e abra os braços, mostrando o “tamanho” do imenso amor de Deus por nós).   

De primeira, que eles estão aprendendo a ordem dos movimentos, vá dizendo e fazendo bem vagarosamente. Depois acelere gradativamente até o máximo que você puder. 

Frise que eles não podem fazer nenhum movimento errado. Alterne de vagar e rápido (como na brincadeira “Morto-Vivo”) para ser mais desafiador deles conseguirem acompanhar corretamente as instruções. Os primários se divertem muitíssimo com esta dinâmica, ao passo que internalizam como o amor de Deus por nós é infinito.     

O Senhor lhe abençoe e capacite! Boa aula.

Paula Renata Santos
Editora Responsável pela Revista Primários da CPAD

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