Lição 13 – Preparando o corpo, a alma e o espírito para a eternidade
ESBOÇO DA LIÇÃO
INTRODUÇÃO:
I – PRESERVANDO A ESPERANÇA ESCATOLÓGICA
II – PERIGOS DE TEOLOGIAS MODERNAS
III – CONSERANDO ESPÍRITO, ALMA E CORPO
CONCLUSÃO:
Esta lição tem três objetivos que os professores devem buscar atingi-los:
1. Levar os alunos a compreenderem que a esperança escatológica é fundamental para uma vida de santificação integral, ou seja, corpo, alma e espírito;
2. Alertar os alunos sobre os desvios das teologias modernas que enfraquecem a santificação e a esperança na volta de Cristo;
3. Ensinar que a santificação deve abranger todo o ser — corpo, alma e espírito — como preparação contínua para a vinda de Jesus.
Prezado(a) professor(a), a paz do Senhor e Salvador Jesus Cristo.
Estamos concluindo mais um trimestre. Nesta última lição, estudaremos sobre o preparo do crente para encontrar com o Senhor na eternidade. O alvo final do crente é a vida com Cristo na eternidade e, para tanto, precisa enfrentar as oposições e inimigos cruéis que surgem ao longo da trajetória. Essas oposições se manifestam por meio das teologias modernas, falsos ensinos, modismos e narrativas que surgem na intenção de fragilizar o compromisso da igreja com o Evangelho puro e simples. Em contrapartida, a ausência de uma teologia bem fundamentada, cristocêntrica e com propósito na eternidade tem resultado na pregação de um Evangelho empobrecido, sem poder do Espírito e secularizado.
Diante desse cenário, aqueles que almejam preservar a sã doutrina precisam conhecer os fundamentos doutrinários que regem a nossa fé (2 Tm 3.15). Para tanto, a Declaração de Fé trata-se de um importante documento elaborado pelas lideranças da Assembleia de Deus com vista em ajudar milhares de irmãos a compreenderem esses fundamentos. Vale ressaltar que tais fundamentos doutrinários tem como origem a Palavra de Deus. Conhecê-los profundamente fortalece a igreja a não ceder aos caprichos daqueles que querem negociar valores e princípios da nossa fé que são inegociáveis. Há, por exemplo, muitos que negam a atualidade do batismo no Espírito Santo e dos dons espirituais. Há quem negue também a necessidade da santificação do espírito, da alma e do corpo por meio da perseverança da fé. A oração de Paulo revela uma petição para que o Deus de paz nos conserve plenamente irrepreensíveis para a vinda do Senhor Jesus Cristo (1 Ts 5.23).
Sobre a santidade, adoração e liturgia, nossa Declaração de Fé das Assembleias de Deus (CPAD) afirma: “A santificação é obra do Espírito Santo na vida do crente regenerado e se dá de forma tanto instantânea como progressiva. Ela é um requisito para a vida cristã, pois Deus é Santo e puro. Ela é possível a todos os crentes, pois Jesus se ofereceu em sacrifício para nos oferecer a salvação e santificar a sua igreja: ‘para a santificar, purificando-a com a lavagem da água, pela Palavra’ (Ef 5.26). A santidade divina é um atributo comunicável admirável, e implica separação de tudo o que é pecaminoso e impuro e exclusividade de vida para o serviço e adoração a Deus por parte daqueles que foram alcançados pelo Evangelho. Ela é vista como um requisito para que se veja a Deus na eternidade: ‘Segui a paz com todos e a santificação, sem a qual ninguém verá o Senhor’ (Hb 12.14)” (2025, pp. 137-138). Neste mundo, precisamos perseverar na fé e na santidade, comprometidos com a ética cristã, para estarmos preparados para a Volta do Senhor Jesus.
Tenha uma ótima aula!
(Artigo extraído da revista Ensinador Cristão, editada pela CPAD, edição 103, p. 44).
