LIÇÃO 2 – A PORTA DA FÉ SE ABRE ENTRE OS GENTIOS
ESBOÇO DA LIÇÃO
INTRODUÇÃO
I – A MISSÃO EM CHIPRE: A PRIMEIRA PORTA ABERTA ENTRE OS GENTIOS
II – A MISSÃO EM ANTIOQUIA DA PSÍDIA: O EVANGELHO QUE ILUMINA
III – A MISSÃO EM ICÔNIO, LISTRA E DERBE: A FÉ QUE PERSEVERA
CONCLUSÃO
Esta lição tem três objetivos que os professores devem buscar atingi-los:
1. Explicar ao aluno o avanço missionário entre os gentios de acordo com a Missão em Chipre;
2. Revelar ao aluno o impacto do Evangelho em Antioquia da Psídia;
3. Fortalecer no aluno a fé que perseverou em Icônio, Listra e Derbe.
Amigo(a) professor(a), a paz do Senhor e Salvador Jesus.
O propósito de Deus para alcançar todas as nações contou com a colaboração de um servo escolhido especificamente para esta missão. O apóstolo Paulo foi posto pelo próprio Cristo como “luz para os gentios” (At 13.47) e, dessa forma, grande parte da evangelização do mundo antigo teve a participação desse valoroso homem de Deus. Em sua primeira viagem missionária, o apóstolo vivenciou manifestações gloriosas do poder divino, ao passo que o próprio apóstolo afirma que Deus “abrira aos gentios a porta da fé” (At 14.27). Um fato marcante durante o cumprimento da missão por Paulo e Barnabé é que o anúncio do Evangelho sempre foi seguido de embates contra as forças espirituais das trevas, bem como por perseguições. Contudo, a mão do Senhor conduzia, protegia e confirmava a atuação dos missionários (At 14.3, 4). Esta é uma realidade que aqueles que dedicam suas vidas a anunciar o Evangelho da graça devem se acostumar. Não há nenhuma promessa de alívio. Antes, as perseguições atestam que a igreja está no rumo certo no que diz respeito a alcançar almas para a salvação.
O Comentário do Novo Testamento — Aplicação Pessoal (CPAD), ressalta os episódios em Icônio: “A perseguição parece ter sido, em parte, a razão pela qual Paulo e Barnabé se detiveram em Icônio. Como já aconteceu em todos os lugares onde eles estiveram, Deus dava testemunho à palavra da sua graça, permitindo que por suas mãos se fizessem sinais e prodígios – provavelmente curando os doentes e expulsando demônios. No Livro de Atos, sinais e prodígios são essenciais para revelar a obra de salvação em Cristo e para proclamar o Evangelho, conferindo autenticidade à autoridade dos apóstolos. Ainda assim, houve um desacordo e dividiu-se a multidão da cidade. Alguns creram nos rumores e eram pelos judeus, ao passo que outros eram pelos apóstolos. Num motim, uma multidão de gentios e judeus decidiu atacar os apóstolos e apedrejá-los. Felizmente, os apóstolos fugiram. A oposição não interrompeu a sua mensagem. Paulo e Barnabé foram à região da Licaônia” (2009, Vol. 1, p. 687).
Note que a obediência e submissão ao direcionamento do Espírito Santo resultou em grandes avanços da missão evangelizadora da igreja. Todavia, este progresso para o Evangelho trouxe custos à integridade física e mental dos apóstolos que tiveram de enfrentar ameaças e apedrejamentos. O admirável dessa história é que o relato de Barnabé e Paulo não é de tristeza, mas de felicidade por haverem padecido em razão do Evangelho. Trata-se de um testemunho vivo da ação do Espírito Santo na vida de crentes que foram separados e entenderam o que significa viver em prol da causa de Cristo. Há recompensa gloriosa pelo esforço de levar o Evangelho (1 Co 9.16, 17).
Que Deus abençoe a sua aula!
(Subsídio extraído e adaptado da revista Ensinador Cristão, nº 106, 3º trimestre de 2026, Lição 2, p. 37).
