Lição 1 – A Superioridade de Cristo
OBJETIVOS:
EXPLICAR a superioridade de Cristo sobre os profetas;
ENFATIZAR que Cristo é maior que os anjos;
MOSTRAR que a obra de Cristo tem significado maior que a de Moisés;
DEMOSNTRAR que Cristo é Deus.
ESBOÇO DA LIÇÃO
- CONHECENDO A EPÍSTOLA
- CRISTO É SUPERIOR AOS PROFETAS
- CRISTO É SUPERIOR AOS ANJOS
- CRISTO É SUPERIOR A MOISÉS
- A GRANDE PREMISSA: CRISTO É DEUS
A Paz do Senhor, querido(a) professor(a)! Que alegria o(a) encontrar nessa leitura. O Senhor vê seu coração, cada motivação, comprometimento e empenho em fazer o melhor por sua obra, através do ensino das Escrituras aos juvenis. Como está escrito: “Continuem ocupados no trabalho do Senhor, pois vocês sabem que todo o seu esforço nesse trabalho sempre traz proveito” (1 Co 15.58 – NTLH).
O tema desse trimestre é basilar e muito edificante à fé cristã. Oramos e cremos que será um período de muito fortalecimento espiritual para os seus juvenis. Estejamos juntos atuando em prol desse propósito, cientes de que, enquanto isso, o próprio Espírito Santo trabalhará em cada um de nós.
Dedique um tempo especial à intercessão e leitura panorâmica das lições a serem estudadas ao longo desse trimestre. Para além de suas habilidades e empenho, peça inspiração e capacitação do Espírito Santo em cada aula. Apenas Ele opera profunda e genuína transformação de mentes e vidas. Que assim ocorra em sua classe para a glória de Deus Pai!
Além do conteúdo didático e teológico presente em sua revista, deixamos aqui mais um trecho interessante para o seu aprofundamento na Epístola aos Hebreus, extraído da obra Comentário Bíblico Hebreus, da CPAD.
“Havendo declarado o pensamento central do sacerdócio de Cristo, e antes de desenvolvê-lo nos capítulos 5 a 7, o autor interrompe o assunto, a fim de estabelecer, sob outro ponto de vista, a superioridade do Novo Concerto sobre o Antigo. Ele já demonstrou que Cristo é superior aos anjos, os mediadores espirituais da Lei; agora demonstra que também é superior a Moisés, o homem que promulgou a Lei.
O autor, ao abordar o assunto, emprega a expressão ‘o mundo futuro’, ou ‘o século que há de vir’ (2.5; 6.5) — que no grego é cukoumenen (literalmente ‘o mundo vindouro habitado’). Ele se refere ao reino de Deus que será estabelecido entre os habitantes da Terra.
Isso leva, naturalmente, à comparação entre os fundadores da velha teocracia judaica, sob Moisés e Josué, e Jesus, do novo Reino. A posição de Moisés para com o sistema judaico torna necessário o argumento, porque os cristãos hebreus estavam confusos sobre esse ponto.
O ponto de comparação, no versículo 2, prende-se ao fato de que tantos Moisés como Cristo se ocuparam da administração de economia divina: aquele, sob a velha ordem da Lei; este, sob a nova ordem da graça de Deus, tendo ambos cumprido fielmente suas responsabilidades. Mas o autor apresenta em seguida uma série de contrastes que demonstram a glória muito superior de Jesus.” (Comentário Bíblico Hebreus. Rio de Janeiro: CPAD, pp. 129-131).
O Senhor Jesus abençoe você e a sua classe! Ótimo trimestre.
