Lição 4 – Uma promessa, uma esperança
LEITURA BÍBLICA: Gênesis 4.3-8; 6.5-7.
A MENSAGEM: “Gênesis 3.14, 15; Isaías 7.14; 9.6.
OBJETIVOS:
CONHECER as profecias do Antigo Testamento sobre a vinda do Messias;
ENTENDER alguns detalhes preditos acerca do nascimento de Jesus;
ANALISAR o porquê de a vinda do Messias ser fonte de grande esperança.
Prezado(a) professor(a), a paz do Senhor!
A aula desta semana destaca que Deus anunciou a Adão e Eva uma promessa que seria cultivada pelos patriarcas, bem como por vários profetas ao longo da história de Israel. Apesar de o pecado do primeiro casal ter levado à Queda, isto é, à perda da comunhão com Deus, assim como de todos os benefícios conferidos no jardim do Éden, Deus tinha o propósito de restaurar a condição humana perante Ele mesmo (Gn 3.22-24). Para isso, o Criador prometeu enviar um Salvador, o Messias, que livraria não apenas o seu povo, mas também a todo aquele que crer, da escravidão do pecado e da condenação eterna (Mt 1.21). O registro dessa primeira promessa encontra-se em Gênesis 3.15: “E porei inimizade entre ti e a mulher e entre a tua semente e a sua semente; esta te ferirá a cabeça, e tu lhe ferirás o calcanhar”. Nota-se que no pronúncio do juízo de Deus sobre a Serpente, que influenciou a Queda do primeiro casal, contém uma marca de esperança. E essa promessa não se restringia apenas à condição do primeiro casal, mas também a todas as gerações (Rm 5.15).
Na presente lição, veremos que a promessa anunciada em Gênesis 3.15 seria renovada a partir da promessa feita a Abraão acerca da sua descendência. Afinal de contas, para que o Messias surgisse, era necessário que as condições viáveis fossem criadas. Por isso, no tempo oportuno, quando o cenário se mostrava favorável, Deus enviou o seu Filho Unigênito Jesus Cristo a este mundo para cumprir a promessa e, por meio de sua morte sacrifical sobre a cruz, salvar a humanidade de seus pecados, a saber, todo aquele que nEle crer (cf. Jo 1.11, 12; 3.16).
Sobre Gênesis 3.15 a Bíblia de Estudo Pentecostal — Edição Global, editada pela CPAD, discorre: “Este versículo contém a primeira implicação da promessa e do plano de Deus de derrotar o mal e restaurar seu relacionamento com as pessoas. Ele prediz a vitória suprema de Deus sobre Satanás, profetizando um conflito espiritual entre a descendência da mulher (isto é, o Senhor Jesus Cristo) e as forças malignas de Satanás. Deus prometeu que Cristo nasceria de uma mulher (cf. Is 7.14) e seria ‘ferido’ por meio de sua injusta execução na cruz. No entanto, Ele ressuscitaria dos mortos para ‘ferir’ Satanás completamente, bem como ao pecado e à morte, a fim de salvar a raça humana (cf. Is 53.5; Mt 1.20-23; Jo 12.31; At 26.18; Rm 5.18-19; 16.20; 1 Jo 3.8; Ap 20.10)” (2022, p. 14).
Finalmente, o propósito eterno de Deus se cumpriu em Jesus Cristo. Todas as profecias a respeito do seu nascimento, morte e ressurreição se concretizaram fielmente. No tempo determinado por Deus, Jesus Cristo cumpriu tudo o que a respeito dEle havia sido profetizado. Hoje, mediante a fé em seu sacrifício sobre a cruz, podemos desfrutar da paz e comunhão com Deus. Porque temos fé em Jesus, somos aceitos por Deus e o sangue de Jesus nos purifica de todo pecado (Rm 5.1; 1 Jo 1.7).
Professor(a), para reforçar o ensinamento da aula de hoje, convide os alunos a explicarem o que compreendem sobre o processo de arrependimento, justificação e santificação do pecador perante Deus a partir da fé em Jesus Cristo. Ao final, faça os apontamentos e explique o significado de cada conceito a partir das Escrituras Sagradas:
Arrependimento: rejeição de um comportamento pregresso e consequente intenção de não mais praticar futuras violações.
Santificação: ato ou efeito de santificar(-se); tornar(-se) santo; elevar(-se) moralmente; adquirir um caráter virtuoso pela observância dos princípios religiosos; moralizar(-se).
Justificação: ação ou efeito da graça divina, que torna os homens justos; restituição à inocência original.
Tenha uma excelente aula!
